Primeiramente gostaria de manifestar o meu agrado sobre a situação apresentada, pelo Mauro, pois por entre inúmeras tristezas arqueológicas existem algumas alegrias!
Contudo, neste âmbito, à parte a entidade empresarial, gostaria de focar que se atentarmos na imagem em questão, verificaremos que se trata de uma intervenção arqueológica nas proximidades do Baluarte de S. Vicente, comummente designada de "Torre de Belém".
Deste modo, questiono se a mensagem presente é de conteúdo informativo por parte da empresa prestadora de serviços em arqueologia ou se foi publicada mediante o pedido do Promotor da Obra, visto tratar-se de um monumento nacional, de orgulho lisboeta, e cujas obras poderiam "denegrir" a imagem do mesmo?
Por outro lado, repito, é de louvar que existam estas pequenas acções de sensibilização ao público em comum, mas na prática quais os seus resultados? Será que a iniciativa popular aumentou no âmbito da preservação do património arqueológico?
Como o já havia dito "o circulo de legitimação começa connosco mas desenvolve-se e fecha-se socialmente...", pelo que o contacto entre a Arqueologia (Passado) e a comunidade actual (Presente) deverá ser realizado, de modo futuro em uma aproximação constante entre os dois tempos...
Contudo, neste âmbito, à parte a entidade empresarial, gostaria de focar que se atentarmos na imagem em questão, verificaremos que se trata de uma intervenção arqueológica nas proximidades do Baluarte de S. Vicente, comummente designada de "Torre de Belém".
Deste modo, questiono se a mensagem presente é de conteúdo informativo por parte da empresa prestadora de serviços em arqueologia ou se foi publicada mediante o pedido do Promotor da Obra, visto tratar-se de um monumento nacional, de orgulho lisboeta, e cujas obras poderiam "denegrir" a imagem do mesmo?
Por outro lado, repito, é de louvar que existam estas pequenas acções de sensibilização ao público em comum, mas na prática quais os seus resultados? Será que a iniciativa popular aumentou no âmbito da preservação do património arqueológico?
Como o já havia dito "o circulo de legitimação começa connosco mas desenvolve-se e fecha-se socialmente...", pelo que o contacto entre a Arqueologia (Passado) e a comunidade actual (Presente) deverá ser realizado, de modo futuro em uma aproximação constante entre os dois tempos...
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