Desejo a todos os Colaboradores e Leitores deste recém criado Blogue Boas Festas e um Próspero Ano.
Domingo, 23 de Dezembro de 2007
Sábado, 22 de Dezembro de 2007
Teoria e Intelecto
- "We should take care not to make the intellect our god; it has, of course, powerful muscles, but no personality."
- Albert Einstein
Teorias e Arqueologia à parte!
Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2007
Definição...
Presente
Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007
Teoria VS Prática
Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007
Qual a reacção do tecido social a este modo de pensar...?! (desafio)
Qual a reacção do tecido social a este modo de pensar...?No seguimento do meu texto anterior, e ainda no âmbito do desafio do Arks, gostaria de deixar aqui o repto aos colaboradores e potenciais leitores deste espaço (de todas as entradas ou de alguma apenas) a comentarem, sugerirem, participarem activamente na discussão dos conteúdos deste blogue... ou pura e simplesmente a reagirem/opinarem (a dinâmica urge! e interacção é fundamental!).
Qual a reacção do tecido social a este modo de pensar...!? (prespectiva)
Qual a reacção do tecido social a este modo de pensar...?
(em resposta a um desafio do Arks: “...estará este espaço a morrer?”)
Em dialogo com o Arks, acerca do estado do nosso blogue, dos seus conteúdos e sobretudo da posição de cada um dos colaboradores perante o mesmo, perante a arqueologia e a posição desta e dos nossos membros no tecido social (a sociedade nacional e global), referi que por vezes hesitamos ou até mesmo somos capazes de nos privar de colaborar activamente neste espaço - segundo as crenças, experiências e modo de pensar pessoais - pois estamos a incorrer no risco de comprometer-mo-nos [a ficar vinculados a determinado conceito ou forma] perante o tecido social [afinal de contas um blogue como este é de acesso global].
Ou seja, por muito que não o queiramos e que com tal modo de pensar não estejamos de acordo, isto é, que acreditemos vivamente, tal como eu próprio acredito, que o conhecimento e modo de pensar determinado assunto não devem ser algo de vinculativo a médio – longo prazo, pois estes são passíveis de sofrer alterações, mais ou menos radicais, e no que à arqueologia diz respeito este pressuposto de mudança é a meu ver ainda natural, de salutar mesmo, pois como área cientifica do conhecimento que é, a arqueologia deve estar em constante questionamento, provocado por novos dados, técnicas e teses acerca dos seus principais objectos de estudo que são o estudo do passado e das sociedades humanas.
Quais serão então as reacções a este espaço e ao(s) pensamento(s) que aqui têm sido expostos?
Julgo que devem ser as mais variadas, ou pelo menos assim desejo que seja, embora julgo que há um reacção que deve estar a tomar dianteira em relação às demais, a de que este espaço é local de teorização e discussão de carácter filosófica e semântica acerca da e do estudo que é a Arqueologia (e afirmo a generalização deste modo de reagir por conversar tidas por mim com os membros deste espaço e com colegas que me abordaram ao saberem da minha colaboração), no entanto devo referir que esta é quanto a mim uma forma redutora de encarar este espaço e os seus conteúdos até à data, e é sobretudo um modo redutor de conceber todo o conhecimento, pois tal como já escrevi num texto anterior, julgo não fazer sentido nos dias de hoje a dicotomia teoria-pratica, pois ambas são inexistentes se não em relação intima com a outra.
O comprometimento é então, ou deveria ser uma falsa questão, não deveriam existir “entraves” ao livre expor de pensamentos e conteúdos neste espaço, julgo que os meus colegas entendem isso [ou espero que o entendam] e que a discussão irá estar sempre presente e será uma constante (em crescente) deste blogue.... Pelo que afirmo com convicção: este espaço esta bem vivo (se bem que por momentos retraindo pelo frio!)
Afinal de contas esta na hora de se dar um pontapé no marasmo, e nós como a geração futura temos o dever de ser os principais impulsionadores do movimento de quebra dos dogmas (arqueológicos e sociais) actualmente instituídos...
Mauro Correia
10/13 de Dezembro de 2007
Sábado, 8 de Dezembro de 2007
A origem da Mudança...
A um nível mais elementar, a expressão ter necessidade de exprime uma situação de tensão ou um sentimento de falta resultante de um desiquilíbrio.Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2007
Acerca de Mudança...
Pessoalmente não consigo olhar os dois conceitos e tentar descobrir o responsável por isso, pois no meu ponto de vista ambas se completam.
A Necessidade parte tanto do exterior como do interior do indivíduo. São colocados problemáticas pelo meio em que se insere acabando este por decidir se faz algo para as ultrapassar ou não. É aí que entra a Vontade. Se não existir Vontade para criar algo em relação à Necessidade, então nada feito.
Mas entrando agora por outros campos que creio irem mais de acordo com o que o Arks pretende...
Tomando como exemplo uma Muralha, e a Necessidade o facto de ter sido construída para defesa e Vontade o facto de ter sido feita com propósitos rituais. Nesse caso qual surgiu primeiro? É impossível saber, pois depende do local a ser estudado, da civilização e do meio em que se insere, para além do facto da mesma Muralha poder ter sido construída para ambos os propósitos, pois nem tudo na vida deve ser visto a preto e branco (eu pessoalmente gosto de ir sempre pelos cinzas).
Se não existir uma prova concreta palpável do papel da Muralha, então entrar-se-à sempre no campo das suposições e das teorias.
O propósito defensivo de uma muralha pode coexistir com cerimónias feitas na mesma, onde a estrutura é utilizada para ambos os fins.
Na minha sincera opinião, não interessa o que surgiu primeiro, se a Necessidade se a Vontade, visto que filosofar sobre conceitos nunca foi o meu forte. É impossível conter dois conceitos tão vastos num campo igualmente vasto que é o da Arqueologia.
Cada caso é um caso.
