Porque acho importante relembrar da importância do Vale do Côa enquanto património de que toda a comunidade (e não só a arqueológica) se deveria honrar, não podia deixar passar sem referir mais uns quantos textos "jornalísticos" tendenciosos a cerca deste patromónio e a resposta/opinião de AMB acerca dos mesmo:
http://dafinitudedotempo.blogspot.com/2008/12/vale-do-ca-no-pblico-tempo-de-balano.html
(clicar para aceder aos textos)
Tiremos, cada um em consciência, as nossas conclusões e, sobretudo, ponhamos as nossas duvidas e questões.
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Tiremos, cada um em consciência, as nossas conclusões e, sobretudo, ponhamos as nossas duvidas e questões.
4 comentários:
E já agora, mais uma "noticia" acerca do tema: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=1052606
...santa "ignorância"!
È lamentável que certos jornalistas e opinion makers revelem uma tão grande falta de sensibilidade e verdadeira ignorância quando se referem ao caso do Côa. Parece-me pois, que se tornou moda entre os nossos meios de comunicação social apontar as gravuras como causa primeira de todos os males que afectam aquela região. Como se a construção da barragem viesse, qual conto de fadas, tornar mais fácil e mais bonita a vida daquelas gentes e aliviar o ostracismo a que os nossos politicos condenaram o Interior. Se é verdade que "os calhaus dos Côa só tem uns rabiscos" (como já tantas vezes ouvi dizer) não é menos verdade que os verdadeiros "calhaus", armados ao pingarelho, também só escrevem rabiscos...
Esqueci-me de assinar o comentário anterior:
Saudações Arqueológicas e continuem com o bom trabalho,
Rui R.
Infelizmente há cada vez mais "calhaus" (não sei se não deveria retirar as aspas!) a "escrever" (aqui são indispensáveis tendo em conta conteúdo e muitas vezes forma do escrito) acerca de algo apenas porque sim...
Continua a passar
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